A Louis Vuitton reafirma sua vocação de maison visionária ao retomar sua parceria com o artista japonês Takashi Murakami , um dos nomes mais emblemáticos da arte contemporânea. Duas décadas após a colaboração que redefiniu a relação entre moda e cultura pop, a marca francesa v…
Claudia Armond
“Essa colaboração mostra como o luxo moderno se reinventa ao dialogar com a arte contemporânea, sem perder sua essência.”
O Estratégico Poder de uma Marca Brasileira Premium de Sportswear
Nos últimos anos, o segmento de sportswear deixou de ser apenas uma categoria de roupas de treino e passou a ocupar um espaço central no estilo de vida contemporâneo: performance, estética sofisticada, bem-estar e comunidade tornaram-se códigos fundamentais para marcas que quer…
Claudia Armond
“Poucas empresas brasileiras de Sportwear conseguem traduzir performance, estética fashion, bem-estar e comunidade como a Lauf Sports!”
Quando uma marca cresce em sua categoria original e passa a acumular significados cada vez mais relevantes e distintivos, ela pode e deve observar oportunidades de explorar novas categorias de produto nas quais esses significados também tenham valor.
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Branding
Por que “querer agradar todo mundo” destrói marcas?
Claudia Armond·6 MIN·04/05/2026
Por que agradar todo mundo destrói marcas de luxo? No mercado de luxo, crescimento sem critério é um risco silencioso. A busca por ampliar audiência, quando não sustentada por estratégia, pode comprometer valor de longo prazo: a distinção. O luxo precisa ser construído com precisão. Ele nasce da capacidade de dizer “não” com consistência, de selecionar com rigor canais, de definir limites claros de acesso, linguagem e colaborações. Jean-Noël Jean-Noël Kapferer e Vincent Vincent Bastien, em The Luxury Strategy, são categóricos: marcas de luxo devem construir awareness muito além de seu público comprador, mas sem nunca diluir sua base de desejo. Isso exige uma tensão constante entre visibilidade e inacessibilidade. Quando uma marca tenta agradar a todos, três erosões acontecem: 1. Perda de identidade A ampliação indiscriminada de público leva à simplificação da linguagem, à neutralização estética e à perda de códigos proprietários. O que era assinatura se torna genérico. 2. Fragilização do desejo Desejo no luxo é construído pela distância simbólica. Quando tudo se torna acessível, o valor percebido se aproxima do ordinário. Exclusividade não é apenas sobre preço, é sobre pertencimento restrito. 3. Ruptura da coerência estratégica Extensões de linha, colaborações desalinhadas e canais de distribuição amplificados sem controle comprometem a narrativa da marca. No luxo, coerência é mais relevante do que escala. Um exemplo recorrente no setor é a disciplina histórica da Hermès. A marca mantém controle rigoroso sobre produção, distribuição e ritmo de crescimento. Suas listas de espera não são um efeito colateral, são parte de uma estratégia deliberada de gestão de desejo. Ao resistir à tentação de escalar rapidamente, preserva aquilo que muitas marcas perdem ao crescer: o valor simbólico. Para empresas que atuam ou aspiram ao território do luxo, a questão central não é como alcançar mais pessoas, mas como permanecer relevante para as pessoas certas. No luxo, agradar todo mundo não é um sinal de sucesso. É, muitas vezes, o início da perda de valor.
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Branding
Reposicionamento de Marca no Luxo
Claudia Armond·7 MIN·17/12/2025
Reposicionar uma marca é um processo complexo que exige precisão, clareza estratégica e alinhamento interno. Ainda assim, muitos projetos falham antes mesmo de entrar em execução. Na Armond & Co., observamos padrões que se repetem em empresas de diferentes setores especialmente quando falamos de reposicionamento para o mercado de luxo.
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Branding
3 marcas incríveis brasileiras que fazem grande sucesso no e…
Claudia Armond·5 MIN·10/12/2025
O Brasil tem gerado marcas que unem design autoral, qualidade, valores claros, identidade forte e capacidade de conquistar mercados internacionais. Três exemplos recentes: Lapima, ROOM e Larroudé, cada uma com uma trajetória, estratégia e diferencial próprios, que ilustram como o talento nacional pode brilhar globalmente.
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Branding
LAUF SPORTS
Claudia Armond·5 MIN·08/12/2025
Nos últimos anos, o segmento de sportswear deixou de ser apenas uma categoria de roupas de treino e passou a ocupar um espaço central no estilo de vida contemporâneo: performance, estética sofisticada, bem-estar e comunidade tornaram-se códigos fundamentais para marcas que querem competir no topo.
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Branding
Não confunda: Luxo, moda e premium
Claudia Armond·8 MIN·24/11/2025
No imaginário coletivo, luxo pode parecer um conceito subjetivo — e, de fato, é comum discordarmos sobre o quão luxuosa uma marca “parece ser”.
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Branding
Conexão e Valor
Claudia Armond·5 MIN·18/11/2025
A ferramenta mede o desempenho de 100 marcas globais — do luxo ao streetwear — a partir de cinco dimensões: Descoberta, Identidade, Valor, Conexão e Amor.
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Branding
Tiffany & Co. marca presença no US Open
Claudia Armond·12 MIN·11/09/2025
A Tiffany & Co. é responsável há décadas pela confecção dos troféus oficiais do US Open — e sua atuação vai além da criação das peças. A cada edição, a maison apresenta experiências imersivas que unem luxo e esporte em um dos palcos mais prestigiados do tênis mundial.
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Branding
Importância do Visual Merchandising
Claudia Armond·8 MIN·23/07/2025
Visual Merchandising ou VM é a estratégia de apresentar produtos e montar ambientes de loja de forma estética e sensorial, traduzindo o DNA da marca, oferecendo uma experiencia e despertando desejo de compra.
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